quarta-feira, 21 de abril de 2010



























Mãos calejadas
Nas delicadas rendas
Tecem poesias

(foto de Alvaro Carvalheiro)



33 comentários:

Chica disse...

Linda poesia , lindo trabalho das rendeiras!beijos,chica

Psiquismo Desmistificado disse...

Olá amiga,
Descrevestes muito bem
a forma singela
com a qual se fia
uma poesia tão bela

Grande abraço

Ana Cristina Cattete Quevedo disse...

acho primoroso o trablho das mãos: seja ele tecendo rendas, palavras ou a Vida

Beijo, Angela

=)

lis disse...

Já vi qua está ficando boa no haikai, concisa e poetica.
Tentei um lá pro Elcio (Verseiro) conhece o blog? ele está incentivando o versinho japonês , mas estava cansada , nao saiu nada rsrs
Pra tudo que faço preciso tempo absoluto e dedicação exclusiva, nunca vou conseguir fazer versos rsrs
Parabéns, Angela , gostei de ve-la a tecer poesias.
abraços ,

Lara Amaral disse...

Delicados: poema e imagem.

Beijo, querida!

Daniel Costa disse...

Angela

Sabes donde são oriundas as rendas de bilros? Daqui de Peniche (tranças tecidas 4 bilros) ou de Vla do Conde (3 bilros). Em miúdo ajudei muito minha mãe, rendilheira exímia até morrrDesenhei picles, construi bancos de almofadas, etc.
Os vários rendilhados, a alvura, foram inspirados nas ondas do mar. Falo da cidade de Peniche, 74 km norte e Lisboa, onde nasci. Sabia a zona do Brasil onde as rendas se implantaram, mas não consigo recordar.
Beijos
Daniel

Daniel Costa disse...

Angela

Sabes donde são oriundas as rendas de bilros? Daqui de Peniche (tranças tecidas 4 bilros) ou de Vla do Conde (3 bilros). Em miúdo ajudei muito minha mãe, rendilheira exímia até morrrDesenhei picles, construi bancos de almofadas, etc.
Os vários rendilhados, a alvura, foram inspirados nas ondas do mar. Falo da cidade de Peniche, 74 km norte e Lisboa, onde nasci. Sabia a zona do Brasil onde as rendas se implantaram, mas não consigo recordar.
Beijos
Daniel

Daniel Costa disse...

Angela

Perdão, algo coreu mal e o comentário entrou rês vezes.
Bjs
Daniel

manuel marques disse...

Como em tão pouco, se diz muito...

Beijo.

Mariana disse...

Que linda, e lembrei q qdd estive em março no nordeste encontrei senhoras fazendo este trabalho da imagem.
é algo tão delicado.

Mariana disse...

Que linda, e lembrei q qdd estive em março no nordeste encontrei senhoras fazendo este trabalho da imagem.
é algo tão delicado.

Daniel Costa disse...

Angela

Portanto no Nordeste! A cena é-me muito familiar, a minha irmã mais velha aos seis anos já fazia renda. A casa que o meu pai contruiu, é de outra irmã e tem a sala decorada com quadros de rendas de bilros. Uma relíquia cá casa é um par de lençóes bordejados a rendas de bilros feitos e oferecidos pela minha mãe.
Hoje esse artesanato está em vias de extinção, sustentado apenas por duas escolas subvencionadas pela Câmara Municipal=Perfeitura.
Beijos
Daniel

EDER RIBEIRO disse...

São mãos de saber. Bjos.

lucidreira disse...

Tão simples quanto beber uma agua para matar a sêde. E é assim que sinto com as minhas mãos, dos meus entalhes e esculturas nassem como poesia.
Bravo
PS: Irei valtar outras vezes e ler todo o conteúdo.
Abraços

Karina disse...

Não só poesias, mas também histórias de vida carregadas de muito esforço e exemplo.

Angela, saudades de passar por aqui!

Beijos!

Daniel Savio disse...

Mas até mãos menos calejadas podem poetizar desde que o coração não se feche...

Fique com Deus, menina Angela.
Um abraço.

angela disse...

Chica
Obrigada amiga
beijos

angela disse...

Psiquismo...
Obrigada
beijos

angela disse...

Ana
Concordo com você.
beijos

angela disse...

Lis
Obrigada você muito gentil.
beijos

angela disse...

Lara
Obrigada
beijos

angela disse...

Daniel
Sabia que foi ensinada pela mulheres portuguesas. Obrigada pela informação complementar e que maravilha ver esse trabalho sendo realizado.
beijos

angela disse...

Daniel
Maravilha ter essas reliquias
beijos

angela disse...

Manuel
Obrigada amigo
beijos

angela disse...

Mariana
São elas mesmo que fazem esse trabalho por aqui.
beijos

angela disse...

Eder
São mãos sabias.
beijos

angela disse...

Lucidreiras
Obrigada pela visita e comentário.
beijos

angela disse...

Karina
Saudades de você.
São mãos cheias de experiência de vida.
beijos

angela disse...

Daniel
Sem duvídas amigo, tem toda razão
beijos

Lau Milesi disse...

São das mãos calejadas que saem os melhores afagos, já dizia minha bisa. E por que não, poesias e rendas, não é Angela?
Linda e emocionante imagem.


Beijosss

angela disse...

Lau
São mãos que não se poupam para nada, estão sempre disponiveis para o trabalho e para afagar.
beijos

MOMENTOBRASILCOM.blogspot.com disse...

Ângela: a foto das redes na varanda, fez-me voltar no tempo e "reviver" tempos idos. Qta saudade... Confesso que levei algum tempo lendo a postagem mas, com 'devaneios' no tempo da recordação das redes. Abrçs. Roy Lacerda.

angela disse...

Roy
Viajou tanto para o passado que publicou o seu comentário na postagem anterior...rs
RRealmente as redes são inspiradoras.
beijos