quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Confesso...



O medo não é meu norte

nem o ódio é meu mote

caminho por onde posso

faço o maior esforço

e nem sempre isso é suporte

na falta de um pouco de sorte

e se por acaso o acaso

cuidar do nosso caso

ele vai pro fundo do poço

não sendo forte

só posso fazer um recorte

e lhe confesso

de todo alvoroço

só vai restar um aroma insosso.


15 comentários:

✿ chica disse...

E é tão triste quando só resta isso...Lindo poema!beijos,chica

Ilaine disse...

Angela! Obrigada por me visitar e que bom que você me encontrou através do blog do Eder. Você sempre será bem vinda ao meu espaço. Estou feliz por conhecê-la.

Lindo poema, Angela. Uma confissão muito real, sem esperas e ilusões.

Beijo

EDER RIBEIRO disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
EDER RIBEIRO disse...

Angela, às vezes nos iludimos com uma
relação e qdo chega ao fim, fica, como bem
vc disse no seu poema, um aroma insosso.
Bjos.

Ivana disse...

Isso, continue nesse caminho, sem medo, sem ódio, com seu esforço de sempre. O melhor está reservado para você, confie! Bjo

Graça Pereira disse...

Gosto muito da tua poesia, diferente e bela...mas esta é uma pequena maravilha num jogo de palavras e num casamento feliz da imagem com o teu expressar!
Parabens, Amiga!
Beijo
Graça

Patrícia Pinna disse...

Boa tarde, Ângela. Muito bonito o seu poema de versos bem almáticos.
Muito lamentável quando não podemos fazer nada,somente ver a profundidade do poço.
Um beijo grande, e fique com Deus!

manuel marques disse...

Excelente.

Beijo

Aili disse...

É preciso coragem...e cuidar do que se tem nunca é demais rs

Bonito!!!

Lau Milesi disse...

Angela querida, a-mei esse poema!!!
Esse aroma insosso pode se jogado no fundo do poço. Experimente... :)

Beijossss e meus parabéns!!!

ONG ALERTA disse...

Para tudo tem dias melhores, beijo Lisette.

Pepi disse...

Querida Angela,
Obrigada pela visitinha.
Não devemos ter medo. É preciso coragem e seguir em frente,sempe
Lindos versos.
Um beijinho de
Verena e Bichinhos

Al Reiffer disse...

Gostei do ritmo forte, das rimas e da melancolia. Abraços!

Odair Ribeiro disse...

Forte elétrico,bom de tudo, gostei mesmo!

Inte´!Volto.

Tais Luso disse...

Viver não é fácil, digamos que seja soltar um elefante a caminhar em meio a cristais! Seguir a vida fechando os olhos, talvez dê certo, e saimos menos feridos.

Um beijo!