
Acende apaga
apaga acende
apesar do pisca pisca
não há indecisão
No convite ao namoro
o brilho dos vagalumes
aliviam a escuridão
Recordam estrelas
convidam a brincadeira
atiçam a imaginação
(Quem diria
que a bunda de um inseto
suscitaria tanta alegria
21 comentários:
Estou de acordo...é só ver a minha lenda no Zambeziana...Lindo poema! Adoro os pirilampos!!
Beijos
Graça
Um poema iluminado por pirilampos.
Beijo.
Quando eu era pequena eu gostava de ficar olhando os vagalumes pela janela da sala ou mesmo sentada na grama a noite! Amo essas lembranças desse tempo que eu era apenas uma criança cheia de sonhos :)
Adorei! Me trouxe tais lembranças.
beijos
Lindo,lindo!"Adorei!!!beijos,chica
Esses insetos sumiram, achei que estavam em extinção, saudades de ver um vagalume. A natureza lhe inspirou DIVINAMENTE, bjs
São as luzinhas que clareiam a noite em substituição s estrelas. Bjos achocolatados
Para vc ver, Angela, até entre os insetos o que chama a atenção é a bunda... kkkkkkkkk. E vc, com perfeição, teceu um poema iluminado. Bjos.
Simplesmente amei, Ângela!!!
Estás muito inspirada.
Vou te levar de novo para a Confraria da Soninha, ok?
Beijocas e um lindo dia!!!
Cara Angela,
Maravilha!!
abs
Versos lindos, Angela! Muito encanto e singeleza em cada palavrinha escrita...Amei, se me permitir vou roubar um fragmento dele para fazer um dos cartões da minha série "Frases que eu Amo" (com os devidos créditos, é claro), qualquer hora você o verá postado no Blog. Bjs querida, lindo final de semana.
Angela,amiga querida as palavras fluem em teus labios, tens mesmo um dom.não era tu que estavas a pensar em vir a Lisboa?beijinhos
B R A V O!
Bela poesia em homenagem a esse inseto tão interessante que ilumina gratuitamente e embeleza as noites.
Na minha infância quando vivia em fazenda do norte do Estado RS, era nosso encantamento das noites de verão. Aqui em Porto Alegre, todos os anos ainda chegam a meu ambiente (espaço privado da residência) aparecem uma ou duas durante o verão.
Beijos
Angela, esses insetos deram pra fazer a cabeça das pessoas ultimamente.Ah...como lembrei da minha infância, quando enchia vidrinhos com vaga-lumes.
Mas dizem que os de hoje não são como os de antigamente. Estão vindo com a pilha fraca. :)Adorei o bumbum, deu um toque ingênuo ao poema. Lindinho.
Beijossss
oi. tudo blz? muito legal aqui. apareça por la. abraços.
rsrs. Nossa o final foi muito legal. Não esperava mesmo. Isso que é o bacana de um poesia... surpreender sempre.
Beijos
Versos singelos, encantadores. E um desfecho delicioso. Amei ler!
Ainda estou meio devagar. Mais apagando que acendendo, rsrs, vou tentando postar e visitar os amigos de quinze em quinze dias.
Bjs, amiga. Inté!
Angela querida, estou com saudade!
Esse momento de muito luzes chega ser emocionante.
Beijos amiga.
Um belo espectáculo para uma noite de Natal!
Bjsss
Amiiiiga!
Você está na Confraria da Soninha:
http://confrariadasoninha.blogspot.com/2011/12/maravilhas-da-angela-na-confraria.html
Passe lá!
Beijocas!
Um poema que brilha ao som de "acende e apaga"!
Uma gracinha cantada em versos...
Beijão
Angela vim te conhecer pois amei tua poesia lá no blog da Soninha, linda tua casinha muito especial,beijos Luconi
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