quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Maravilhas da Natureza


Acende apaga

apaga acende

apesar do pisca pisca

não há indecisão


No convite ao namoro

o brilho dos vagalumes

aliviam a escuridão


Recordam estrelas

convidam a brincadeira

atiçam a imaginação


(Quem diria

que a bunda de um inseto

suscitaria tanta alegria

e tanta poesia)

21 comentários:

Graça Pereira disse...

Estou de acordo...é só ver a minha lenda no Zambeziana...Lindo poema! Adoro os pirilampos!!
Beijos
Graça

manuel marques disse...

Um poema iluminado por pirilampos.

Beijo.

Aili disse...

Quando eu era pequena eu gostava de ficar olhando os vagalumes pela janela da sala ou mesmo sentada na grama a noite! Amo essas lembranças desse tempo que eu era apenas uma criança cheia de sonhos :)

Adorei! Me trouxe tais lembranças.

beijos

✿ chica disse...

Lindo,lindo!"Adorei!!!beijos,chica

Ivana disse...

Esses insetos sumiram, achei que estavam em extinção, saudades de ver um vagalume. A natureza lhe inspirou DIVINAMENTE, bjs

Sandra Botelho disse...

São as luzinhas que clareiam a noite em substituição s estrelas. Bjos achocolatados

EDER RIBEIRO disse...

Para vc ver, Angela, até entre os insetos o que chama a atenção é a bunda... kkkkkkkkk. E vc, com perfeição, teceu um poema iluminado. Bjos.

SONINHA disse...

Simplesmente amei, Ângela!!!
Estás muito inspirada.
Vou te levar de novo para a Confraria da Soninha, ok?
Beijocas e um lindo dia!!!

José Doutel Coroado disse...

Cara Angela,
Maravilha!!
abs

Sonia Pallone disse...

Versos lindos, Angela! Muito encanto e singeleza em cada palavrinha escrita...Amei, se me permitir vou roubar um fragmento dele para fazer um dos cartões da minha série "Frases que eu Amo" (com os devidos créditos, é claro), qualquer hora você o verá postado no Blog. Bjs querida, lindo final de semana.

xunandinha disse...

Angela,amiga querida as palavras fluem em teus labios, tens mesmo um dom.não era tu que estavas a pensar em vir a Lisboa?beijinhos

Salete Cardozo Cochinsky disse...

B R A V O!
Bela poesia em homenagem a esse inseto tão interessante que ilumina gratuitamente e embeleza as noites.
Na minha infância quando vivia em fazenda do norte do Estado RS, era nosso encantamento das noites de verão. Aqui em Porto Alegre, todos os anos ainda chegam a meu ambiente (espaço privado da residência) aparecem uma ou duas durante o verão.
Beijos

Lau Milesi disse...

Angela, esses insetos deram pra fazer a cabeça das pessoas ultimamente.Ah...como lembrei da minha infância, quando enchia vidrinhos com vaga-lumes.
Mas dizem que os de hoje não são como os de antigamente. Estão vindo com a pilha fraca. :)Adorei o bumbum, deu um toque ingênuo ao poema. Lindinho.

Beijossss

Um brasileiro disse...

oi. tudo blz? muito legal aqui. apareça por la. abraços.

Ana Claudia Marinho disse...

rsrs. Nossa o final foi muito legal. Não esperava mesmo. Isso que é o bacana de um poesia... surpreender sempre.
Beijos

ju rigoni disse...

Versos singelos, encantadores. E um desfecho delicioso. Amei ler!

Ainda estou meio devagar. Mais apagando que acendendo, rsrs, vou tentando postar e visitar os amigos de quinze em quinze dias.

Bjs, amiga. Inté!

Lucimar Sant`Ana disse...

Angela querida, estou com saudade!
Esse momento de muito luzes chega ser emocionante.
Beijos amiga.

Vieira Calado disse...

Um belo espectáculo para uma noite de Natal!

Bjsss

SONINHA disse...

Amiiiiga!
Você está na Confraria da Soninha:
http://confrariadasoninha.blogspot.com/2011/12/maravilhas-da-angela-na-confraria.html
Passe lá!
Beijocas!

marciagrega disse...

Um poema que brilha ao som de "acende e apaga"!
Uma gracinha cantada em versos...

Beijão

LUCONI disse...

Angela vim te conhecer pois amei tua poesia lá no blog da Soninha, linda tua casinha muito especial,beijos Luconi